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Não é a intensidade que muda uma vida. É a capacidade de continuar.

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COLEÇÃO CONSTRUIR • CAPÍTULO 19 Vivemos cercados por grandes começos. Na segunda-feira começamos uma dieta. No início do ano fazemos planos. Diante de uma oportunidade prometemos mudar. Depois de uma conversa inspiradora acreditamos que, agora, tudo será diferente. E durante alguns dias realmente é. Temos energia. Motivação. Vontade. Entusiasmo. Mas chega um momento em que a novidade desaparece. O resultado ainda não apareceu. O caminho parece mais longo do que imaginávamos. E é exatamente aí que muitas pessoas param. Começar é importante. Mas continuar é o que transforma. Porque nenhuma grande construção acontece em um único dia. Uma empresa não se consolida em uma semana. Uma carreira não é construída em alguns meses. Uma mudança pessoal não acontece depois de uma única decisão. As grandes transformações são construídas quando ninguém está olhando. Nos dias comuns. Nos dias difíceis. Nos dias em que não existe motivação. Talvez esse seja um dos maiores segredo...

Método VICEDO - A leitura do que os outros ainda não perceberam

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Vivemos cercados por informações. Números. Notícias. Dados. Opiniões. Relatórios. Indicadores. Todos têm acesso, em maior ou menor grau, às informações. Mas informação, por si só, não produz estratégia. A diferença está na capacidade de interpretar aquilo que está acontecendo . E talvez seja justamente aí que nasçam muitas das grandes oportunidades. O óbvio quase nunca cria vantagem Quando uma oportunidade se torna óbvia para todos, normalmente ela já deixou de ser uma grande descoberta. O mercado já percebeu. Os investidores já chegaram. Os concorrentes já começaram a se movimentar. Os preços já começaram a responder. A verdadeira oportunidade, muitas vezes, aparece antes. Ela surge nos sinais. Nas pequenas mudanças. Nos comportamentos que ainda parecem isolados. Nas transformações que ainda não foram completamente compreendidas. Por isso, quem pensa estrategicamente não observa apenas aquilo que já aconteceu. Procura compreender o que está ...

LEITURA OPERACIONAL – Os dois Brasis

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Talvez existam, metaforicamente, dois Brasis convivendo dentro de um mesmo país. O Brasil que administra É o Brasil das instituições, dos governos, das decisões e das políticas públicas. Quando funciona bem, cria condições para que a sociedade produza mais. Quando funciona mal, cria burocracia, insegurança e custos que acabam sendo pagos por quem produz. O Brasil que produz É o Brasil do trabalho. Da resiliência. Da criatividade. Da capacidade de começar novamente. É o brasileiro que muitas vezes não tem o privilégio de parar para discutir o problema porque precisa continuar trabalhando para resolvê-lo. E talvez esteja aí uma das maiores forças do nosso país. RADAR DA SEMANA INSTITUIÇÕES  Atenção - decisões políticas e institucionais continuam tendo impacto direto sobre o ambiente econômico. PRODUÇÃO Resiliência - a atividade produtiva continua sendo uma das grandes forças estruturais do país. INVESTIMENTO Seletivo - capital procura retorno, segura...

A diferença entre olhar e enxergar

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Muitas pessoas olham para uma cidade e enxergam apenas o que ela é hoje. Outras conseguem enxergar aquilo que ela pode se tornar. Muitas pessoas olham para um terreno e enxergam apenas terra. Outras enxergam possibilidades. Muitas pessoas olham para uma dificuldade e enxergam um obstáculo. Outras procuram descobrir o que aquela dificuldade pode ensinar. Talvez essa seja uma das maiores diferenças entre quem apenas acompanha a vida e quem ajuda a construir o próprio caminho. Olhar é perceber o que está diante dos nossos olhos. Enxergar é compreender o que ainda não existe, mas pode ser construído. A visão não significa ignorar a realidade. Pelo contrário. É preciso enxergar a realidade com clareza para compreender onde estamos. Mas não podemos permitir que a realidade de hoje limite a nossa capacidade de imaginar o amanhã. Porque tudo aquilo que hoje admiramos começou, um dia, como uma visão na mente de alguém. Uma empresa. Uma cidade. Um empreendimento. Uma...

Vendas mudaram. O cliente também.

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Como a tecnologia transformou o atendimento - e por que vender hoje exige muito mais do que conhecer um produto. Durante muito tempo, vender significava conhecer bem o produto, apresentar seus benefícios, negociar e buscar o fechamento. Hoje, isso já não é suficiente. A tecnologia transformou profundamente o processo de vendas. O cliente pesquisa antes de comprar, compara preços em segundos, consulta avaliações, assiste a vídeos, pergunta para a inteligência artificial, conversa pelo WhatsApp e chega ao vendedor muitas vezes sabendo mais sobre o produto do que imaginamos. O cliente mudou. E o profissional de vendas precisa mudar com ele. Mas existe algo ainda mais importante nessa transformação: o cliente ficou mais exigente. E não apenas em relação ao preço. Ele exige rapidez, clareza, conveniência, personalização, transparência e, acima de tudo, uma boa experiência. O cliente de hoje não começa a compra com o vendedor Essa talvez seja uma das maiores mudanças dos últi...